Perdão, Tarantino!

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Não me recordo agora se foi um dia de TPM, daqueles que me fazem chorar com propaganda das Casas Bahia, mas o fato é que Expresso Polar entrou em primeiro lugar no meu ranking de filmes do ano. Provavelmente foi por causa da trilha sonora (minha vida tem muito disso), mas não dá para negar que essa coisa do Natal pega a gente, como a Mel já disse aqui. Não dá para passar a noite de 24 para 25 sem pensar em um montão de coisas que a gente quer melhorar, na vida e no mundo. E talvez seja esse o verdadeiro Espírito do Natal.

o que vc pediu pro papai noel???

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ai que saudade dessa época...ai que saudade da expectativa do Natal, pra saber se o papai noel iria deixar embaixo da árvore aquilo que eu tinha pedido...eu me lembro que os "natais" eram sempre na minha vó, e eu queria ir embora logo, pra dormir logo e acordar logo, só pra ganhar o presente. às vezes, eu ficava acordada pra pegar o bom velhinho em flagrante. nunca consegui, claro. mas isso não me desanimava...foi uma decepção quando uma amiguinha que eu tinha na época me contou que o papai noel que eu esperava o ano todo não existia...acho que todo mundo passou por isso, né?? mas eu fiquei arrasada. tentava esquecer o que ela tinha dito. ficava falando pra mim mesma: "é mentira, ele existe, sim". mas não adiantou...aos poucos, minha ilusão foi se transformando na dura realidade: papai noel não existia. me senti uma idiota. como puderam me enganar por tanto tempo??? e como eu acreditei??? pra falar a verdade, essa revolta passou logo, porque não tinha nada melhor do que acreditar nesse sonho e seria bom ainda ter um sonho como este pra sonhar...papai noel deveria existir, sim. mas não por causa dos presentes, mas por tudo o que sua figura traz, por fazer a gente esquecer de tudo nem que seja só por uma noite...


onde estão os nossos leitores????

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sabe, teca, andei pensando...nosso novo blog não faz tanto sucesso quanto o antigo, né??? será que ninguém tá lendo ou será que estão achando dificuldade em comentar?? muita gente aqui reclama. a gente vai ter que achar um jeito de arrumar isso. ah, vou aproveitar pra fazer um comercial básico, já que as casas bahia quase não anunciam, né??? rs. no dia 20, vai ter jota quest lá no anhembi, não sei se vc gosta, mas acho que vai ser bem legal, e o melhor, de graça!!!
agora, no dia 17, tem fábio jr., mas eu tô falando baixinho que é pra ninguém ouvir!!!! rs. tenho uma reputação a zelar.
beijo

E tudo é jazz. Ou cinco bons motivos para ir ao musical Chicago.

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1 – O corpo de baile.
Bota corpo e bota baile nisso. O povo dança e canta pra caramba. Eu queria estar lá agora.

2 – Os atores principais.
Daniele Winits, quem diria, solta a voz na pele de Velma Kelly. Mas show mesmo quem dá é Selma Reis (Mama Morton) e Daniel Boaventura, o Billy Flint que fica um tempão cantando um dó que não acaba nunca. Uma surpresa é o ator que faz o marido de Roxie. Esqueci o nome do personagem e do ator – para quem conhece a história, esse é um ótimo sinal de que ele é bom mesmo, o tal Mr. Cellophane.

3 – A música.
Jazz é tudo, e não preciso explicar mais nada.

4 – Os músicos.
Teatro com música ao vivo não tem comparação. E a trilha sonora de Chicago é tão bem executada que não fica nadinha a dever para o filme que ganhou vários Oscars.

5 – Tá acabando.
Dia 19 é o último. Corram!

“Okay, you babes of jazz. Let's pick up the pace.
Let's shake the blues away. Let's make the parties
longer. Let's make the skirts shorter and shorter.
Let's make the music hotter. Let's all go to hell
in a fast car and KEEP IT HOT!”

Bela Adormecida

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É um ballet que me persegue. Foi o que eu dancei ontem e é como eu queria estar agora. Bem bela e bem adormecida.
Porque queimei meu cabelo fazendo babyliss, distendi a virilha de um jeito que eu não imaginava ser possível, tô com o sono atrasado, ressaca de purpurina e ainda assim viveria todos os dias nesse conto de fadas.

e por falar em assis...

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vc não vai acreditar qual foi a primeira coisa que revisei hoje. um anúncio de inauguração das casas bahia em assis. e é claro que lembrei de vc, e lembrei da minha falta de tempo de escrever pra vc justamente por causa das casas bahia...minha amiga, se a coisa já era de assustar, agora é de matar do coração...e..."em breve, assis estará em festa com as casas bahia"...rs

Os Carlos

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Sou rodeada pelos Carlos. Esse é o nome de todos os meus irmãos, de um primo, alguns amigos e do meu pai. Não bastasse isso, é ainda o sobrenome do meu namorido e de uma amiga que hoje vive na pequena Londres do Paraná.
Anteontem foi aniversário de um deles e Assis, a cidade dos três esses, inteira pôde conferir na coluna social do seu jornal mais famoso a foto de um dos médicos mais queridos de lá, vulgo meu pai. Quando ele chegou no hospital, à noite, para o plantão, tinha bolo, salgadinho, bexigas e língua de sogra. Todo mundo cantando parabéns e o Dr. Carlos sem entender nada. O Carlos era outro. Pelo menos era da família.
E assim, meu irmãozinho, aqui em São Paulo, pode ouvir pelo celular vários parabéns das enfermeiras e dos outros funcionários do hospital, que tinham que comemorar de alguma forma. Parecia episódio do ER.

Presente do Xis

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“No palco, quase não se mexiam. Ficavam parados como estátuas, num contraste com a violência da música. Parecia uma atitude blasé, como se dissessem: ‘Esse negócio de pular pelo palco é pras crianças; nós deixamos a música falar por nós’. Tomando emprestado o ‘One, Two, Three, Four’ com que os Beatles abriram ‘I Saw Her Standing There’, eles inventaram seu grito de guerra. Quem não se lembra? Quando ainda soava o último acorde de uma música, Dee Dee fazia a contagem, e a banda emendava outra paulada de um minuto e meio. Era a coisa mais linda do mundo.”

Coração Envenenado
Minha Vida com os Ramones

Dee Dee Ramone/Verônica Kofman
2004 – Editora Barracuda

Hummm

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Finalmente a loja do Burger King foi inaugurada aqui em Sampa. Agora o palhaço dono da maior rede de fast food que até então imperava aqui vai ter que ser cuidar. Não somente porque o lanche do seu mais novo concorrente é bom pra dedéu e não tem aquele molho especial que enjôa até a quarta geração da família da gente, mas porque o BK não carrega consigo o marco do imperialismo americano que o Mc Donald’s divide com a Coca-Cola.
Se pensarmos bem, as duas principais redes de lanchonete americanas e os refrigerantes mais famosos da terra do tio Sam não são tão diferentes assim. Mas o valor que cada um agrega em si pode ser o responsável pela sua ascensão ou queda.
Seria essa a grande metáfora que explica o que acontece lá no norte?

Obrigada

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Resolvi que tenho que agradecer todas as pessoas que fizeram o meu dia, ontem, ficar muito mais feliz. Mas quando penso nessa gente toda, lembro que não foram os parabéns que me deixaram emocionada, e sim o fato de cada um ter marcado presença na minha vida de uma maneira especial. É por isso que o obrigada vai para…

… o meu namorido
por ele ter feito uma coisa corajosa e ter me dado de presente o céu de São Paulo, numa noite que nunca vamos esquecer (gente, não é para pensar besteira).

… a minha família
por sempre dar um jeitinho de se encontrar e estar por perto.

… as vacas
por fazerem parte de uma história de começou muitos anos atrás.

… o pessoal do trabalho
por me fazer acreditar que há amigos disfarçados de publicitários.

… meu amigo de Fresno
que não desistiu de encontrar a velha turma que foi feliz na Califórnia e não acreditou que aquilo era o fim.

… as meninas do ballet
por me darem a força que eu preciso para continuar.

… os amigos de Assis
por me lembrarem que a cidade dos três esses é a minha casa.

… a Mel
por dividir comigo esse canto rosado e ser a minha companheira fiel de todas as horas.