Do vendedor de balas de um farol da Cidade Jardim: "Ah, se todas as balas disparadas em brigas de trânsito fossem tão doces quanto essas..."
É bacana quando o dia da gente começa assim, não é?
Beijo!
Coitados. Ainda bem que você se lembrou de alertá-los. Senão eles iam achar que a gente é propaganda enganosa.
Beijo grande!
Beijo grande!
Essa eu ouvi de uma tia muito bacana:
O machismo é como a hemofilia: quem tem é o homem, mas quem passa é a mulher.
O machismo é como a hemofilia: quem tem é o homem, mas quem passa é a mulher.
Maldito coelhinho
Que me deixou mais chocolate do que eu comeria por um ano. Quem quiser me ajudar na difícil tarefa de acabar com os ovos de Páscoa deve me procurar em casa ainda essa semana. Depois disso vai acabar. O namorido dá conta.
Ora balas!
Minha professora de francês já dizia que o computador não faz o que a gente quer. Faz o que a gente manda.
Acho que mando muito mal, porque em minha busca incessante pelo baleiro eu só encontro TUDO sobre a vida de um cantor. O Zeca Baleiro.
Como explicar isso para a máquina, Mel?
Acho que mando muito mal, porque em minha busca incessante pelo baleiro eu só encontro TUDO sobre a vida de um cantor. O Zeca Baleiro.
Como explicar isso para a máquina, Mel?
Monica Geller
Mel, e eu estou na plena TPM. E é Páscoa. Entendeu a relação? Euzinha, que nunca dou bola para nenhum tipo de chocolate, fui assolada por uma vontade terrível de comer o doce. Tá, um mísero Alpino já faz a minha alegria, mas ainda assim não é normal.
Ainda bem que você deu o ar da graça por aqui. Eu estava achando que estava falando sozinha, coisa que destesto!
Como as coisas por aqui estão tranqüilas - e até demais - resolvi escrever sobre a minha vida de dona-de-casa. Pelo menos nas poucas horinhas que passo por lá. Descobri que sou mais doida do que pensava e que tenho muitas razões para ter a Mônica, de Friends, como a personagem mais querida de todos os seriados a que já assisti.
Só isso explica...
... a minha atração por vidros
Agora que a minha cozinha está ficando pronta, surgiu a mania de guardar tudo em vidros. Balas, chocolate e macarrão não ficam mais charmosos em belos vidros com formatos diferentes? Mas não pode ser vidro de requeijão, maionese, nananinanão. Isso é uma coisa que me irrita profundamente.
... passar horas na internet procurando um baleiro
E tem que ser igual ao da eterna propaganda da bala de leite Kids. Não posso passar para a próxima encarnação sem um desses. Aliás, se alguém aí souber onde posso encontrar, me avise.
... madrugar para comprar plantas
Esse "programão" vale a pena. Quem já se aventurou indo ao Ceasa sabe disso. As flores são lindas, os vasos, baratíssimos e depois você nunca mais vai pagar mais de 20 mangos por algo que pode morrer se você não cuidar direito.
... ter vontade de cozinhar
Por incrível que pareça, isso acontece comigo. Não é todo dia, mas quando acontece sai cada coisa maravilhosa do meu fogão novinho em folha!
... fazer faxina à noite
quem me conhece sabe que eu tenho mania de limpeza. Acho que tenho mesmo. Adoro varrer a casa e lavar roupa a qualquer hora do dia ou da noite. Pode chamar de doida, mas isso é terapia.
... ter todo tipo de produto de limpeza
Mesmo que eu nunca use todos, adoro saber que na minha despensa existam algumas invenções que possam deixar a minha casa mais limpinha.
... ter vontade de andar com uma etiquetadora na bolsa
É que eu ainda não encontrei uma. Senão a vida de todo mundo que me rodeia ia entrar nos eixos. Ah, se ia!
Beijo grande!
Ainda bem que você deu o ar da graça por aqui. Eu estava achando que estava falando sozinha, coisa que destesto!
Como as coisas por aqui estão tranqüilas - e até demais - resolvi escrever sobre a minha vida de dona-de-casa. Pelo menos nas poucas horinhas que passo por lá. Descobri que sou mais doida do que pensava e que tenho muitas razões para ter a Mônica, de Friends, como a personagem mais querida de todos os seriados a que já assisti.
Só isso explica...
... a minha atração por vidros
Agora que a minha cozinha está ficando pronta, surgiu a mania de guardar tudo em vidros. Balas, chocolate e macarrão não ficam mais charmosos em belos vidros com formatos diferentes? Mas não pode ser vidro de requeijão, maionese, nananinanão. Isso é uma coisa que me irrita profundamente.
... passar horas na internet procurando um baleiro
E tem que ser igual ao da eterna propaganda da bala de leite Kids. Não posso passar para a próxima encarnação sem um desses. Aliás, se alguém aí souber onde posso encontrar, me avise.
... madrugar para comprar plantas
Esse "programão" vale a pena. Quem já se aventurou indo ao Ceasa sabe disso. As flores são lindas, os vasos, baratíssimos e depois você nunca mais vai pagar mais de 20 mangos por algo que pode morrer se você não cuidar direito.
... ter vontade de cozinhar
Por incrível que pareça, isso acontece comigo. Não é todo dia, mas quando acontece sai cada coisa maravilhosa do meu fogão novinho em folha!
... fazer faxina à noite
quem me conhece sabe que eu tenho mania de limpeza. Acho que tenho mesmo. Adoro varrer a casa e lavar roupa a qualquer hora do dia ou da noite. Pode chamar de doida, mas isso é terapia.
... ter todo tipo de produto de limpeza
Mesmo que eu nunca use todos, adoro saber que na minha despensa existam algumas invenções que possam deixar a minha casa mais limpinha.
... ter vontade de andar com uma etiquetadora na bolsa
É que eu ainda não encontrei uma. Senão a vida de todo mundo que me rodeia ia entrar nos eixos. Ah, se ia!
Beijo grande!
Sem crucificar ninguém
Mel, fui no último fim de semana assitir ao comentadíssimo filme de Mel Gibson. A polêmica gerada em torno de "A Paixão de Cristo" tem justificativa. Tudo porque o personagem principal é nada menos que Jesus.
Entretanto, a coisa tomou tamanha proporção que falar aqui dos aspectos religiosos que envolvem as polêmicas seria perda de tempo. Primeiro porque é impossível julgar as várias religiões e os povos com suas diferentes crenças e, segundo, porque não há como medir a fé.
Segundo o diretor, Mel Gibson, o filme tenta reproduzir o ano 30 D.C e a vida de um carpinteiro judeu chamado Jesus de Nazaré, que começou a pregar em público e a proclamar, na província romana da Palestina, a vinda de um "Reino de Deus". Durante séculos, o povo judeu esperava a vinda prometida de um redentor conhecido como o Messias - um personagem que restauraria a sua antiga dignidade e que libertaria a sua pátria sagrada de todos os males e desesperos. Muitos acharam que Jesus era esse Messias. Além de doze discípulos que constituiam seu grupo mais íntimo, Jesus começou a atrair um grande séquito proveniente das classes populares da Galiléia e Judéia, que o aclamaram como seu Messias e rei. Entretanto, Jesus tinha também numerosos inimigos em Jerusalém. O Sinédrio, um órgão executivo composto dos principais sacerdotes judeus e de membros do grupo dos fariseus, conspirava para matá-lo.
Com a ajuda de Judas Iscariotes, um membro do círculo mais íntimo de Jesus, o Sinédrio conseguiu prender Jesus, entregando-o para as autoridades civis romanas com a acusação insubstanciada de traição contra Roma. Apesar de Jesus afirmar consistentemente que seu Reino era um do tipo celestial e espiritual, o procurador Romano Pôncio Pilatos, temendo a possibilidade de uma revolta popular, ordenou que Jesus fosse levado para fora da cidade e crucificado como um criminoso comum.
"Eu queria fazer um filme chocante, extremo, que mexesse com o espectador e o filme tem esse efeito sobre as pessoas, de fazê-las ver a enormidade do sacrifício (de Jesus), ver que alguém tenha suportado aquilo e, ainda assim, responder com amor e perdão à dor extrema, ao sacrifício e ao ridículo", diz o diretor.
E realmente o filme é isso: uma sequência de atos bárbaros, expondo à dor uma das figuras mais importantes de todos os tempos. É feio? É. Tem sangue? Tem. Mas a história da Paixão foi assim. E o filme de Gibson pretende tirar todo o romantismo dela.
Não se pode negar que é um belo filme, feito bons atores, falado em latim e aramaico - línguas belíssimas que quase parecem música. Em meio a tanta violência, há pequenos momentos de beleza - principalmente ligados à personagem Maria - que valem o filme.
Há quem acuse o diretor de "culpar" os judeus pela morte de Cristo. Mas nesse filme não há elementos para tanto. Primeiro porque grande parte da população contemporânea a Jesus era formada por judeus - ele inclusive. Segundo porque há uma passagem em que um homem ajuda Jesus em sua tarefa de carregar a cruz. Um homem do povo, temente a Deus, que toma várias chibatadas para ajudar o Cristo. Um judeu.
Um crítico de cinema, Harry Knowles, que viu o filme com uma platéia de agnósticos, escreveu que "se você estiver à procura de anti-semitismo no filme, encontrará". Mas ele considerou uma simplificação reduzir a mensagem de "A Paixão" a um ataque aos judeus como assassinos de Cristo. "A mensagem é sobre um cara que recebe o maior castigo corporal que você já viu na vida e como ele não pede vingança e reza pelo perdão aos que o punem. Eu sou um liberal radical e acho que compreendo a mensagem do filme melhor do que os conservadores", afirmou Knowles.
Talvez seja essa a mensagem de "A Paixão de Cristo": você encontra nele o que quiser. Mas não crucifique ninguém por isso.
Entretanto, a coisa tomou tamanha proporção que falar aqui dos aspectos religiosos que envolvem as polêmicas seria perda de tempo. Primeiro porque é impossível julgar as várias religiões e os povos com suas diferentes crenças e, segundo, porque não há como medir a fé.
Segundo o diretor, Mel Gibson, o filme tenta reproduzir o ano 30 D.C e a vida de um carpinteiro judeu chamado Jesus de Nazaré, que começou a pregar em público e a proclamar, na província romana da Palestina, a vinda de um "Reino de Deus". Durante séculos, o povo judeu esperava a vinda prometida de um redentor conhecido como o Messias - um personagem que restauraria a sua antiga dignidade e que libertaria a sua pátria sagrada de todos os males e desesperos. Muitos acharam que Jesus era esse Messias. Além de doze discípulos que constituiam seu grupo mais íntimo, Jesus começou a atrair um grande séquito proveniente das classes populares da Galiléia e Judéia, que o aclamaram como seu Messias e rei. Entretanto, Jesus tinha também numerosos inimigos em Jerusalém. O Sinédrio, um órgão executivo composto dos principais sacerdotes judeus e de membros do grupo dos fariseus, conspirava para matá-lo.
Com a ajuda de Judas Iscariotes, um membro do círculo mais íntimo de Jesus, o Sinédrio conseguiu prender Jesus, entregando-o para as autoridades civis romanas com a acusação insubstanciada de traição contra Roma. Apesar de Jesus afirmar consistentemente que seu Reino era um do tipo celestial e espiritual, o procurador Romano Pôncio Pilatos, temendo a possibilidade de uma revolta popular, ordenou que Jesus fosse levado para fora da cidade e crucificado como um criminoso comum.
"Eu queria fazer um filme chocante, extremo, que mexesse com o espectador e o filme tem esse efeito sobre as pessoas, de fazê-las ver a enormidade do sacrifício (de Jesus), ver que alguém tenha suportado aquilo e, ainda assim, responder com amor e perdão à dor extrema, ao sacrifício e ao ridículo", diz o diretor.
E realmente o filme é isso: uma sequência de atos bárbaros, expondo à dor uma das figuras mais importantes de todos os tempos. É feio? É. Tem sangue? Tem. Mas a história da Paixão foi assim. E o filme de Gibson pretende tirar todo o romantismo dela.
Não se pode negar que é um belo filme, feito bons atores, falado em latim e aramaico - línguas belíssimas que quase parecem música. Em meio a tanta violência, há pequenos momentos de beleza - principalmente ligados à personagem Maria - que valem o filme.
Há quem acuse o diretor de "culpar" os judeus pela morte de Cristo. Mas nesse filme não há elementos para tanto. Primeiro porque grande parte da população contemporânea a Jesus era formada por judeus - ele inclusive. Segundo porque há uma passagem em que um homem ajuda Jesus em sua tarefa de carregar a cruz. Um homem do povo, temente a Deus, que toma várias chibatadas para ajudar o Cristo. Um judeu.
Um crítico de cinema, Harry Knowles, que viu o filme com uma platéia de agnósticos, escreveu que "se você estiver à procura de anti-semitismo no filme, encontrará". Mas ele considerou uma simplificação reduzir a mensagem de "A Paixão" a um ataque aos judeus como assassinos de Cristo. "A mensagem é sobre um cara que recebe o maior castigo corporal que você já viu na vida e como ele não pede vingança e reza pelo perdão aos que o punem. Eu sou um liberal radical e acho que compreendo a mensagem do filme melhor do que os conservadores", afirmou Knowles.
Talvez seja essa a mensagem de "A Paixão de Cristo": você encontra nele o que quiser. Mas não crucifique ninguém por isso.
E.T.
Está acontecendo de novo. Conseguiram me descobrir em meu novo endereço e fui, mais uma vez, vítima das terríveis coincidências que assolam a minha vidinha.
Vinha eu hoje, feliz e contente, para o trabalho, escutando o CD que gravei com o set list do show dos Hermanos. Acontece que passei a madruga aqui no trabalho e ouvi a banda dos barbudinhos (ou não) all night long. Então, quando começou a tocar Cara Estranho, pensei com o único botão que tenho na minha vestimenta dessa quinta-feira estranha: "vamos ouvir um pouco de rádio, minha filha. Desencana dos seus CDs, saia da toca!". Ok. Desliguei o CD player nos primeiros acordes e achei tudo ainda mais estranho. A música continuava! Na rádio, claro. Mas continuava do pedaço que parei. E o pior: antes de desligar, eu ouvi uma vozinha sussurrando que isso ia acontecer. Tudo isso depois das míseras horinhas em que dormi e sonhei que estava sendo levada por extraterrestres. Estranho. Muito estranho.
Vinha eu hoje, feliz e contente, para o trabalho, escutando o CD que gravei com o set list do show dos Hermanos. Acontece que passei a madruga aqui no trabalho e ouvi a banda dos barbudinhos (ou não) all night long. Então, quando começou a tocar Cara Estranho, pensei com o único botão que tenho na minha vestimenta dessa quinta-feira estranha: "vamos ouvir um pouco de rádio, minha filha. Desencana dos seus CDs, saia da toca!". Ok. Desliguei o CD player nos primeiros acordes e achei tudo ainda mais estranho. A música continuava! Na rádio, claro. Mas continuava do pedaço que parei. E o pior: antes de desligar, eu ouvi uma vozinha sussurrando que isso ia acontecer. Tudo isso depois das míseras horinhas em que dormi e sonhei que estava sendo levada por extraterrestres. Estranho. Muito estranho.
Cara Estranho
Talvez a letra dessa música seja necessária para o total entendimento do próximo post.
Com certeza ela é útil para o entendimento de muitas outras coisas.
CARA ESTRANHO (Marcelo Camelo)
Olha só, que cara estranho que chegou
Parece não achar lugar
No corpo em que Deus lhe encarnou
Tropeça a cada quarteirão
Não mede a força que já tem
Exibe à frente o coração
Que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos
Mas leva a cruz um pouco além
Talhando feito um artesão
A imagem de um rapaz de bem
Olha ali quem está pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
Se alguém não aponta a direção
Periga nunca se encontrar
Será que ele vai perceber
Que foge sempre do lugar
Deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar
Viver o cara da TV
Que vence a briga sem suar
E ganha aplausos sem querer
Faz parte desse jogo
Dizer ao mundo todo
Que só conhece o seu quinhão ruim
É simples desse jeito
Quando se encolhe o peito
E finge não haver competição
É a solução de quem não quer
Perder aquilo que já tem
E fecha a mão pro que há de vir
Com certeza ela é útil para o entendimento de muitas outras coisas.
CARA ESTRANHO (Marcelo Camelo)
Olha só, que cara estranho que chegou
Parece não achar lugar
No corpo em que Deus lhe encarnou
Tropeça a cada quarteirão
Não mede a força que já tem
Exibe à frente o coração
Que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos
Mas leva a cruz um pouco além
Talhando feito um artesão
A imagem de um rapaz de bem
Olha ali quem está pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
Se alguém não aponta a direção
Periga nunca se encontrar
Será que ele vai perceber
Que foge sempre do lugar
Deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar
Viver o cara da TV
Que vence a briga sem suar
E ganha aplausos sem querer
Faz parte desse jogo
Dizer ao mundo todo
Que só conhece o seu quinhão ruim
É simples desse jeito
Quando se encolhe o peito
E finge não haver competição
É a solução de quem não quer
Perder aquilo que já tem
E fecha a mão pro que há de vir
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