ufa!!!

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tequila, tequilinha, acho que agora é definitivo. acabei de mudar nosso blog. o que vc achou??? eu achei a nossa cara...não que a gente tenha cara de asteriscos gigantes...hehe
um beijo e bom dia!!!

até que enfim, hein??

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quantas férias vc tira por ano??? hehe...brincadeirinha. eu já estava com saudade.
e quis fazer uma surpresinha pra vc, mudando o nosso blog sem a sua "autorização", mas vc não ficou brava, né?? na verdade, estou num curso intensivo comigo mesma e estou tentando deixá-lo mais bonitinho, assim, menos comum. mas como não tenho muita paciência pra ensinar, acho que vou acabar demorando um pouco pra aprender. mas ainda chego lá...hehe...mas é claro que vc pode dar sua opinião...eu deixo...hehe...seja bem-vinda na nossa nova "casinha"...enquanto isso, eu e seu primo, xis, aguardamos ansiosamente pra conhecer sua casa de verdade...sem querer ser oferecida, longe de mim!!!!

Segunda-feira, o retorno

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Mel, voltei das minhas "férias". Na verdade eu tinha alguns dias para tirar e meu chefe acabou me deixando emendar a semana de Carnaval. Não foi nada ruim já que meu esquindô-lelê acabou se prolongando e me internei no ballet, onde não sambei, mas dancei até a musculatura do mindinho ganhar vida própria.
Mas antes de tudo isso, o Rio! Ah, Mel, como estava bom lá. Minha amiga Vanilda me emprestou o apartamento e fui com o namorido e uma amigona (assim como você) visitar a cidade que há muito tempo esperava pela minha volta.
E fiz alguns passeios bem bacanas, baladinhas de leve, caminhada no calçadão - sem sombra de dúvida a melhor coisa do Rio de Janeiro.
Agora que aprendi o caminho quero voltar. Vanilda que me aguarde.
Tudo isso antecipou a maior mudança da minha vida - lembra que eu falei de uma coisa que estava acontecendo? Então... acho que nesse fim de semana finalmente eu e o namorido nos mudamos para nosso apartamento. Nosso, Mel!
Estou tão feliz que carrego em mim a sensação de que o ano está começando. Dizem que é só depois do Carnaval mesmo, não é?

Beijo pra você, garota!
Parabéns pelo visual novo do blog. Nossa casinha, aos poucos foi ficando com a nossa cara.

sumiu???

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vc fala pra eu não te abandonar, mas me deixa, assim, falando sozinha...cadê vc???? o carnaval já acabou, viu???

beijo


28 de fevereiro - Patrícia

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Tudo começou com uma pasta de papel de carta. E depois foram muitas as cartas que trocamos para não perdemos um momento importante sequer de nossas vidas. Se a distância um dia existiu, foi para provar que para a gente ela nada significou. Ainda somos aquelas meninas que mantêm suas diferenças guardadas em uma pasta colorida e perfumada. E que adoram todas as trocas possíveis nessa vida.

caso waldomiro

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eu sei que ninguém mais agüenta esse assunto, ou melhor, todo mundo quer esse assunto resolvido. mas enquanto uma parte da história continua pendente, uma outra está sendo solucionada paralelamente: o assassino misterioso do lineu vasconcelos. já que a maria clara diniz não é filha do pai dela, não é filha do assassinado e a mãe dela está longe de ser uma santa pra ter concebido um filho do espírito santo, waldomiro diniz é o pai verdadeiro e conseqüentemente o assassino misterioso de "celebridade". será que alguém ainda tem alguma dúvida de que isso vai virar novela????

na dúvida, faça...

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teca, que susto vc me deu...por um segundo, meus olhos de revisora me enganaram e eu li: "para uma amiga vil". até fui procurar no dicionário pra ter certeza, e pensei - o que será que eu fiz??? - mas felizmente apareceu um "nada" no meio da história. e eu estou bem melhor agora...
bom carnaval pra vc também, porque o meu vai ser no bloco da menor prestação, direto das casas bahia...
um beijinho

Para uma amiga nada vil

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"Faça ou não faça. A tentativa não existe."
Yoda

Um ótimo carnaval a todos. Usem camisinha. Sejam criativos.

Beijo grande!

"se você fosse sincera / ô ô ô ô, aurora"

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sinto por quebrar um pouco esse clima romântico que tomou conta do nosso blog, mas é que lembrei de uma coisa que ficou na minha cabeça por muitos carnavais... quando era criança, minha mãe me levava às matinês de um clube lá em campinas...e a cada carnaval, uma fantasia diferente...confetes, serpentinas...ah, eu me realizava...mas tinha uma coisa que fazia eu me sentir muito importante...era uma marchinha...é...a marchinha da aurora...é que minha avó, mãe do meu pai, tem esse nome...e eu achava que a música tinha sido feita pra ela...só que nunca me preocupei em questionar a veracidade dessa minha alucinação...eu acreditava e pronto...ficava orgulhosa da minha vózinha ter uma música que todo mundo sabia cantar...só ficava um pouco chateada com a letra...o que minha vó tinha aprontado pra acharem que ela não era sincera???? e essa minha dúvida me trouxe a realidade de que o autor da música nunca havia conhecido a minha vó...e o "ô ô ô ô, aurora", que eu adorava cantar, perdeu o sentido...perdeu a graça...mas me senti aliviada por saber que ninguém teria dúvida da sinceridade da minha vó...como meu vô ficaria nessa história, né???

Bloco Saca-Rolha

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Embalada por esse espírito romântico, mas nem tanto, que tem dominado nossos textos, Mel, acabo de me lembrar de um Carnaval muito especial que passei em um clube tradicional em Assis, a cidade dos três "esses".
Corria o ano de 1995 e eu tinha lá meus 18 aninhos, mas nesse tempo as coisas eram muito diferentes dos dias de hoje. Essa foi uma época em que eu e as minhas amigas estávamos começando uma fase de curtição adoidada. Não havia quem nos segurasse em casa e a maior aventura possível era segurar uma amiga de porre de batidinha na volta para casa.
Mas se tudo era o começo, foi aí que conheci também o meu namorido, quando soube que ele era amigo de um cara por quem carreguei um caminhão de caca. Aquele mesmo que aparece no texto "Vanilda", o cidadão para quem eu pendurei uma faixa com dizeres apaixonados (devidamente roubados do Cazuza).
Mas foi assim: fui perguntar de um moço e me encantei com o moço que tinha as respostas... Tudo isso embalado por marchinhas de Carnaval das mais tradicionais. "Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é?"
No fim das contas, nunca soube se o Zezé era, mas nunca dei importância para isso mesmo. Não beijei o namorido, esqueci o moço da faixa, desmaiei no meio do salão e descobri que lança-perfume não havia sido feito para mim.
Descobri Rubem Braga e o que ele dizia em sua Despedida:

"E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de Carnaval - uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito - depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado - sem glória nem humilhação."

Mel, tivemos que dizer adeus àquele tempo. Mas tenho certeza que muita coisa boa ficou e que, no meio dessa confusão, a vida não nos despediu!

Beijo grande!