tá tão calor...
menina, estou ilhada. não tem como ir embora, a não ser de barco, e como a minha lancha está um pouco longe daqui...hehe...estou sofrendo com um calorão que não me pertence...aqui não tem janela e todos os aparelhos de ar-condicionado resolveram parar de funcionar. dá pra imaginar??? estou me sentindo sufocada, acho que vou entrar em pânico...já até fiquei presa no elevador, só por alguns segundos, mas fiquei...ah, e justo hoje, sexta-feira, que eu ia embora cedo...deu pra entender o motivo do dilúvio??? hehe um beijinho
"vou sair pra ver o céu...vou me perder entre as estrelas...ver de onde nasce o sol...como se guiam os planetas pelo espaço...meus passos...nunca mais serão iguais...se for mais veloz que a luz...então escapo da tristeza...deixo toda a dor pra trás...perdida num planeta abandonado...pelo espaço...
...e volto sem olhar pra trás..."
busca vida (os paralamas do sucesso)
...e volto sem olhar pra trás..."
busca vida (os paralamas do sucesso)
"Se você quer o arco-íris, vai ter que aturar um pouco de chuva."
Sei que você vai ficar bem. Nós, garotas tão pequenas, podemos ter a força de um gigante!
Beijo grande!
Beijo grande!
"sempre que choveu, parou..."
num momento muito difícil da minha vida, enquanto todo mundo tentava me mostrar saídas, me dar conselhos, minha tia simplesmente me disse essa frase. nunca mais esqueci...e acho que é a coisa mais perfeita que já me falaram um dia. não tem mal que dure para sempre, né? tem coisa que a gente tem mesmo que enfrentar...mesmo que seja dolorida, angustiante...seja o que for, boa ou ruim, tem um motivo pra acontecer...e me fez aprender muita coisa...agora, tem coisa que parece que não é ou não pode acontecer. hoje, por exemplo, eu tinha uma festa, fiz planos, até me empolguei, mas ainda estou trabalhando. resumindo: não sei se vou, ou melhor, não fui...e vai saber o motivo de tantos contratempos... mas amanhã é outro dia. quem sabe pára de chover, de uma vez...literalmente...hehe.
boa noite. beijo
boa noite. beijo
Obrigada, meus queridos
Mel, estou até me sentindo melhor depois de ler as mensagens que recebi sobre o meu estado de saúde. Na verdade, quase já não sinto dor e o que mais me incomoda agora é essa maldita coleira branca e sem graça.
A inflamação veio do nada, apesar de achar que andei carregando o mundo nas costas e com tantas novidades acontecendo na minha vidinha (mas sobre isso falo depois).
Hoje estou só escrevendo para dizer obrigada, de coração. Nesse mundo tão virtual, alguns sentimentos e muitas amizades são tão reais que quase posso senti-las por perto.
Beijo grande!
A inflamação veio do nada, apesar de achar que andei carregando o mundo nas costas e com tantas novidades acontecendo na minha vidinha (mas sobre isso falo depois).
Hoje estou só escrevendo para dizer obrigada, de coração. Nesse mundo tão virtual, alguns sentimentos e muitas amizades são tão reais que quase posso senti-las por perto.
Beijo grande!
tadinha...
vc deve estar bem pior que eu ... deve ser horrível ... mas pense pelo lado bom, depois disso vc pode fazer uns freelas em vitrine viva ... já passou no teste de resistência e principalmente paciência...sobre a chuva, nem quero mais pensar nisso...já estou me sentindo um sapo, ou melhor, uma rã ... será que um dia vai parar?? agora tem coisa que acontece que parece pegadinha ... eu até olho pra ver se não tem nenhuma câmera por perto ... eu disse que até estava tentando manter a calma, mas sinto que vou precisar ser exorcizada pra isso acontecer ... simplesmente, não saí pra almoçar por causa de um trabalho que estou fazendo desde às 10 da manhã ... não levantei pra nada ... estou quadrada ... e agora, que estava tudo acabado ... adivinha ... foi cancelado!!! o que eu faço?? mando emoldurar, encadernar??? dá vontade de mandar queimar, isso sim ... acho que precisamos de mais de um terço, viu??? me ajude nessa corrente, irmã ...
falando sério, que esse dia acabe logo e bem, pra nós duas!!!
um beijo e melhoras...
falando sério, que esse dia acabe logo e bem, pra nós duas!!!
um beijo e melhoras...
Solidariedade
Mel, também tenho que admitir que meu dia não está sendo dos melhores. Primeiro porque a chuva não dá trégua mesmo, e acho que vou acabar mofando. Segundo porque estou imobilizada. Sério. Estou com uma inflamação na coluna cervical e no momento uso uma nada simpática coleira branca no pescoço, o que me faz virar a cabeça como se eu fosse o Robocop. Agora tenho certeza que vou mofar.
Beijo grande!
Beijo grande!
Nem só de comentários vive um blog
Mel, olha aí o e-mail bacana que recebi da Vivi, do site Garotas que dizem NI. O texto a que ela se refere é meio velhinho, mas vou postar de novo pra todo mundo poder entender.
Beijo grande!
"Oi!
Fiquei com medo dessa história do saquinho de açúcar. Parece um daqueles episódios de 'Além da Imaginação', sabe? Quase que eu ouço a musiquinha enquanto lia esse seu post! Meda....
Mas não se preocupe: vc não está ficando louca. Coincidências acontecem mesmo... Agora, o que elas são eu realmente não sei. Falha na Matrix?
Beijos!
Vivi"
Estranhas coincidências
Cara amiga, acho que aquela música do Los Hermanos realmente foi feita para mim, ou para nós duas, já que não quero ser estranha sozinha.
Hoje foi demais: eu tinha seis saquinhos de açúcar na minha gaveta e resolvi fazer uma faxina daquelas. Guardei dois saquinhos para mim mesma, pois tenho hipoglicemia e nunca se sabe quando posso ter um ataque. Ainda mais que encontrei uma amiga que não via há tempo e ela me contou que estava sofrendo desse mal. Mais tarde, alguns colegas vieram aqui falar desse mesmo assunto e comecei a oferecer os quatro saquinhos restantes para todo mundo, achando que tudo era um sinal. Ninguém quis minhas prendas e as deixei quietinhas na minha mesa. Mas, inquieta que sou, comecei a revisar as embalagens. Para minha supresa, elas têm uns numerozinhos de série, que devem ser aleatórios. Mas não no meu caso. Eles formavam, certinho, a sequência 1, 2, 3 e 4.
Não pára aí. Minha colega, vendo minha aflição, com saquinhos pra lá e pra cá, resolveu me dar o único que guardava em sua gaveta. Ainda brinquei com ela: "só se for o 5". Era!
Não bastando isso, conversei com outra amiga minha sobre uma viagem a Machu Pichu. Então me lembrei que trouxe de casa umas histórias sobre viagens que gostaria de fazer, e que ia publicar no blog. Tenho uma preferida, sobre o Indiana Jones e o Egito (essa minha amiga vai lembrar disso, sou apaixonada por Jones). Eis que me pego visitando o site das Garotas que dizem NI e... supresa! Um dos artigos de hoje é sobre INDIANA JONES!
O que mais pode me acontecer? Seria muito bom se a próxima coincidência fosse acertar os números da loteria. Com certeza eu iria para o Egito. Com o meu namorado. Vestido de Harrison Ford.
Beijo grande!
"Oi!
Fiquei com medo dessa história do saquinho de açúcar. Parece um daqueles episódios de 'Além da Imaginação', sabe? Quase que eu ouço a musiquinha enquanto lia esse seu post! Meda....
Mas não se preocupe: vc não está ficando louca. Coincidências acontecem mesmo... Agora, o que elas são eu realmente não sei. Falha na Matrix?
Beijos!
Vivi"
Estranhas coincidências
Cara amiga, acho que aquela música do Los Hermanos realmente foi feita para mim, ou para nós duas, já que não quero ser estranha sozinha.
Hoje foi demais: eu tinha seis saquinhos de açúcar na minha gaveta e resolvi fazer uma faxina daquelas. Guardei dois saquinhos para mim mesma, pois tenho hipoglicemia e nunca se sabe quando posso ter um ataque. Ainda mais que encontrei uma amiga que não via há tempo e ela me contou que estava sofrendo desse mal. Mais tarde, alguns colegas vieram aqui falar desse mesmo assunto e comecei a oferecer os quatro saquinhos restantes para todo mundo, achando que tudo era um sinal. Ninguém quis minhas prendas e as deixei quietinhas na minha mesa. Mas, inquieta que sou, comecei a revisar as embalagens. Para minha supresa, elas têm uns numerozinhos de série, que devem ser aleatórios. Mas não no meu caso. Eles formavam, certinho, a sequência 1, 2, 3 e 4.
Não pára aí. Minha colega, vendo minha aflição, com saquinhos pra lá e pra cá, resolveu me dar o único que guardava em sua gaveta. Ainda brinquei com ela: "só se for o 5". Era!
Não bastando isso, conversei com outra amiga minha sobre uma viagem a Machu Pichu. Então me lembrei que trouxe de casa umas histórias sobre viagens que gostaria de fazer, e que ia publicar no blog. Tenho uma preferida, sobre o Indiana Jones e o Egito (essa minha amiga vai lembrar disso, sou apaixonada por Jones). Eis que me pego visitando o site das Garotas que dizem NI e... supresa! Um dos artigos de hoje é sobre INDIANA JONES!
O que mais pode me acontecer? Seria muito bom se a próxima coincidência fosse acertar os números da loteria. Com certeza eu iria para o Egito. Com o meu namorado. Vestido de Harrison Ford.
A Janela do Mundo
Era uma mulher doente. Vivia na cama à espera de alguém que lhe trouxesse comida. Não tinha nada, nem ninguém.
Seu quarto consistia numa cama com um criado-mudo e uma janela. A janela era seu universo, o criado-mudo, seu amigo e a cama já era parte de si mesma.
Todos os dias ela olhava para seu universo com quem assiste a um filme. Entendia da vida como ninguém e no entanto não havia nenhuma pessoa para ouvi-la. Só o seu criado. Mudo.
Entendia que alguma coisa lá fora a fazia abrir os olhos a cada manhã. E fechá-los quando a lua se confundia com os sonhos. Entendia que uma força maior lhe dava esperança. Não de viver por muito tempo, mas de ter para sempre a sua janela-universo.
Entendia que haveria muitos amanheceres, muitos sóis e todas as luas do mundo! Entendia e pequenez de sua alma e contudo era feliz.
Absorta nesses pensamentos, cerrou os olhos e simplesmente morreu.
Mel, escrevi esse texto quando tinha 17 anos. Era uma época em que eu comecei a enxergar a beleza que há nas coisas tristes e nos dias cinzentos como hoje.
Um beijão grandão para você.
E que sua filhota, a pedra, te deixe em paz!
Seu quarto consistia numa cama com um criado-mudo e uma janela. A janela era seu universo, o criado-mudo, seu amigo e a cama já era parte de si mesma.
Todos os dias ela olhava para seu universo com quem assiste a um filme. Entendia da vida como ninguém e no entanto não havia nenhuma pessoa para ouvi-la. Só o seu criado. Mudo.
Entendia que alguma coisa lá fora a fazia abrir os olhos a cada manhã. E fechá-los quando a lua se confundia com os sonhos. Entendia que uma força maior lhe dava esperança. Não de viver por muito tempo, mas de ter para sempre a sua janela-universo.
Entendia que haveria muitos amanheceres, muitos sóis e todas as luas do mundo! Entendia e pequenez de sua alma e contudo era feliz.
Absorta nesses pensamentos, cerrou os olhos e simplesmente morreu.
Mel, escrevi esse texto quando tinha 17 anos. Era uma época em que eu comecei a enxergar a beleza que há nas coisas tristes e nos dias cinzentos como hoje.
Um beijão grandão para você.
E que sua filhota, a pedra, te deixe em paz!
Como assim, Bial?
Mel, não entendi a história da dieta. Dieta de engorda quem faz é gado. Epa, desculpa, não vou voltar ao assunto das vacas, ovelhas e aves. Mas é que perdi faz tempo o fio da meada e não sei o que acontece com você.
Aliás, sei de uma coisa. Você está feliz da vida. E isso é o bastante.
Mas... quer fazer o favor de me contar quem é o responsável por tudo isso?
Beijo grande!
Aliás, sei de uma coisa. Você está feliz da vida. E isso é o bastante.
Mas... quer fazer o favor de me contar quem é o responsável por tudo isso?
Beijo grande!
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