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Um feliz Dia das Bruxas para você também!

Passa fora, 2006.

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Já me disseram uma vez que, quando a gente ri muito num dia, chora no outro. Isso deve valer também para os anos.

Rapidinhas e ilustradas

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- Por culpa da Mel, assisti a toda a segunda temporada de Lost, e claro que fiquei perdida. Agora quero a terceira!
- Quem estava acompanhando a investigação sobre a morte do coronel Ubiratan deve ter notado que depois da queda do avião da Gol, a imprensa se calou sobre o assunto. Droga, era como uma novelinha pra mim. E acidente por acidente, prefiro o do seriado.
- Não contei ainda que um exemplar da revista Caras deixado na minha porta desapareceu. Tá, eu acho essa revista o fim do fundo profundo, mas tive um motivo para assiná-la. E quem rouba Caras da porta dos outros consegue ser pior do que quem assina, não é? Meu amigo Auki está tomando providências, pois parece que este não é um caso isolado.
- Vamos falar de política? Não, não vamos.
- Eu e o namorido matriculamos Miss Piggy numa escolinha para cães. Aos sábados ela aprenderá técnicas de obediência (porque, quando chamada, ela não vem nem se estivermos com uma peça de picanha nas mãos), sociabilização (dispensável, já que ela gosta de todo o mundo – canino, humano, felino e afins) e agility (mico para os papais aqui). Achamos que não soubemos educar o cão e estamos temerosos quanto a nosso futuro papel de pais. Nossa desculpa é que os pugs foram feitos para ficar no colo, amar as pessoas e dormir em travesseiros. E ela não tem mais dúvida de que é o centro do universo.
- Meu amigo Beto me mandou uma foto da escola onde estudamos na Califórnia. Parece que, mesmo estando longe, todos os que estivemos lá temos saudades parecidas.
- Dica de programa: Projeto 48 Horas, na TNT.
- Mel está de férias e não vejo a hora dela voltar pra me contar as (muitas) novidades.

10 razões para não me mandarem e-mails sobre política

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1 – Posso dizer com certeza absoluta que não é isso que vai me convencer a votar em alguém.
2 – A maioria das pessoas que resolvem discutir isso usando a Internet não é considerada, por mim, exemplo a seguir.
3 – Sou relativamente bem informada e sei onde procurar as informações que considero importantes em época de eleição.
4 – Essas informações têm mais a ver com programas de governo e com a história de vida do candidato do que com farpas trocadas entre partidos. Isso me faz decidir.
5 – Não tenho opiniões engessadas sobre ninguém.
6 – Pego implicância de gente que se mete a falar de política usando jargões e acreditando em lendas urbanas (o famoso "rouba, mas faz").
7 – Acho que jornais e revistas já mentem o suficiente.
8 – Não acredito em propaganda, ainda mais a eleitoral.
9 – Vou deletar toda essa porcaria mesmo.
10 – Vou ter que justificar meu voto desta vez :( Por isso, não percam seu tempo.

Antes que o mundo acabe

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Ouvi agora a melhor teoria de todos os tempos sobre os Atendimentos de agências de propaganda: todos eles são morcegos disfarçados. Quando começa a escurecer, saem de suas cavernas, batendo asas desesperadamente, debatendo-se uns contra os outros, atropelando os animais que estão pelo caminho, cegos, loucos, esfomeados, e querem sangue antes que o dia amanheça e tudo vire pó. Para mim faz muito sentido.

Freud explica

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O que significa sonhar que dois bandidos invadiram sua casa e levaram apenas os travesseiros?

Parabéns, Mel!

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Que todos os seus sonhos se realizem. Principalmente aqueles rodeados de cachorros!
Muitos beijos.

Kissing the war goodbye

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Há exatos 61 anos um beijo celebrou o fim da Segunda Guerra Mundial na Times Square. Eu acho que é isso que está faltando ao mundo nos dias de hoje.

em boa companhia

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nem a pior TPM de todos os tempos nem meu inferno astral nem meu dedo mais que inflamado tiveram o poder de estragar meu fim de semana...tem coisa melhor que estar cercada de cachorros por todos os lados, um sol maravilhoso, um lugar mais maravilhoso ainda, pessoas queridas, namoridos superentrosados (bêbados, mas entrosados) e um tempão pra matar um tantinho da saudade da minha amiga mais querida???

Primeiro sentido

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Fiquei feliz hoje ao saber que meu livro preferido de todos os tempos virou filme.
O Perfume conta a história de um homem que nasceu sem cheiro e que, por isso, sabia sentir e decifrar cada perfume – bom ou ruim – que atravessasse seu caminho. É também a história da busca do cheiro perfeito, em uma narrativa tão rica, que me fez ter outra percepção olfativa por vários dias – e que me persegue em momentos quando lembro da minha infância inteirinha ao sentir cheiro de plástico de boneca.
Depois de muitos outros livros que brincaram com meus sentidos, O Perfume é o que continua fazendo parte de uma memória que não é voluntária: vem no ar e impregna na gente.