Martha Medeiros resolve

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“Nenhuma pessoa é lugar de repouso".
Nei Duclós

Com o tempo, nos tornamos pessoas maduras, aprendemos a lidar com as nossas perdas e já não temos tantas ilusões. Sabemos que não iremos encontrar uma pessoa que, sozinha, conseguirá corresponder 100% a todas as nossas expectativas - sexuais, afetivas e intelectuais. Os que não se conformam com isso adotam o rodízio e aproveitam a vida. Que bom, que maravilha, então deveriam sofrer menos, não? O problema é que ninguém é tão maduro a ponto de abrir mão do que lhe restou de inocência. Ainda dói trocar o romantismo pelo ceticismo, ainda guardamos resquícios dos contos de fada. Mesmo a vida lá fora flertando descaradamente conosco, nos seduzindo com propostas tipo "leve dois, pague um", também nos parece tentadora a idéia de contrariar o verso de Duclós e encontrar alguém que acalme nossa histeria e nos faça interromper as buscas.

Não há nada de errado em curtir a mansidão de um relacionamento que já não é apaixonante, mas que oferece em troca a benção da intimidade e do silêncio compartilhado, sem ninguém mais precisar se preocupar em mentir ou dizer a verdade. Quando se está há muitos anos com a mesma pessoa, há grande chance de ela conhecer bem você, já não é preciso ficar explicando a todo instante suas contradições, seus motivos, seus desejos. Economiza-se muito em palavras, os gestos falam por si. Quer coisa melhor do que poder ficar quieto ao lado de alguém, sem que nenhum dos dois se atrapalhe com isso?

Longas relações conseguem atravessar a fronteira do estranhamento, um vira pátria do outro. Amizade com sexo também é um jeito legítimo de se relacionar, mesmo não sendo bem encarado pelos caçadores de emoções. Não é pela ansiedade que se mede a grandeza de um sentimento. Sentar, ambos, de frente pra lua, havendo lua, ou de frente pra chuva, havendo chuva, e juntos fazerem um brinde com as taças, contenham elas vinho ou café, a isso chama-se trégua. Uma relação calma entre duas pessoas que, sem se preocuparem em ser modernos ou eternos, fizeram um do outro seu lugar de repouso. Preguiça de voltar à ativa? Muitas vezes, é. Mas também, vá saber, pode ser amor.

Boyfriend Jeans

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A tendência do momento usada por celebridades nos Estados Unidos e na Europa é o boyfriend jeans. A peça parece que foi tomada emprestada do armário do namorado (daí o nome) e pode ser larga ou mais justinha na cintura.

Gosto de algumas montagens, outras não muito, mas definitivamente sou mais isso do que aqueles terninhos e camisas amarradas na cintura. De qualquer forma, quero ver como vai ser aqui no Brasil.



Será que ela pegou a do Beckham?


Versão preferida

Brothers

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Diz a lenda que apareci sábado no programa do Supla. Eu mesma ainda não vi (tinha esquecido desse detalhe), mas agradeço se alguém tiver gravado ou souber onde posso me achar.

Lost

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Cansei de andar perdida pela cidade. Por isso agora, além da rádio Sul-América Trânsito, estou contando com as sábias dicas do Flanelinha Online. Os caras estão sempre de olho nas notícias do trânsito de São Paulo. Vale conferir.

Retrospectiva

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NetMovies

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Não tô ganhando um centavo por isso (ainda), mas vale a pena divulgar a NetMovies. Pra uma pessoa que esquece a mãe em casa, devolver filmes na locadora passou a ser um martírio desde que passei a morar sozinha.
Funciona assim: você fica sócio por um valor mensal (baratinho, babes) e recebe em casa uma certa quantidade de DVDs por mês, dependendo do plano (alguns dão direito a mais de um por vez). Mas pode ficar com ele (ou eles) o quanto quiser. Sem multa!
O próximo DVD da sua lista (que você faz no site) chega quando tiver programado a devolução do anterior.
Já experimentei o plano básico, estou gostando muito e o bacana é que o garoto-propaganda é o Rafinha Bastos. Adooooro!
Se pudesse mudar uma coisinha, seria só alguns erros de português na comunicação. Mundo perfeito não existe mesmo, né? Mas a gente chega lá.



PS1: a imagem ilustra tudo o que eu disse no post.
PS2: segundo fontes seguras, na NetMovies não tem pornô.

Bolsa de Mulher

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O assunto aqui na agência é só um: o tempo que nós, mulheres, levamos para trocar de bolsa.
É uma grande verdade, vamos assumir. Eu, que carrego uma necessaire enorme com cremes, maquiagem e coisas pro ballet (porque nunca se sabe quando vou sair direto do trabalho pra uma balada ou pra um espetáculo), padeço desse mal.
Descobri que bolsa preta com forro preto é uma lástima. É um verdadeiro buraco negro, você consegue perder do grampo ao iPod ali dentro. Mas adoro a minha pretinha, então finjo que não ligo.
E quando a tomada de decisão da roupa do dia fica em função da cor de bolsa que você estava usando no dia anterior e ficou com preguiça de fazer a mudança?
É o que acontece comigo hoje. Resultado: um calor dos infernos e uma descoberta bárbara: os organizadores de bolsa.

Divirtam-se.



Da Intuitif


Da Bolsa Nova

Bora lá

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Para Bruno

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É com uma emoção muito forte e uma sensação de impotência que venho aqui te dar as boas-vindas.

Me sinto impotente diante dessa força da natureza que não se explica, que faz com que as pessoas cheguem ao mundo praticamente de um dia para o outro. Que fez minha amiga ter nela uma parte que não era ela por muitas semanas e que mudará irremediavelmente tantas vidas.

Também me sinto impotente por não estar mais perto dos seus pais agora e poder ver sua carinha, que com certeza vai entrar na minha vida em alguns dias e nela ficar para sempre.
Sim, porque sendo uma parte tão importante para pessoas que eu tanto amo, será parte pra mim também. Um meninão que quero ver crescer e que, tenho certeza, vai se tornar uma pessoa linda nesse mundo (também, com essa família que você foi arranjar, não podia ser diferente).

Bruno, que o mundo te acolha da melhor forma possível. Que você faça todas as suas descobertas sempre com olhos de menino. Que tenha força pra berrar por tudo o que quiser, que mude vidas todos os dias, que faça o mundo melhor com cada atitude, que seja o significado do amor e que saiba sempre o quanto foi esperado por todos nós.

Bem-vindo aos nossos olhos, piccolo.

Façam uma blogueira feliz

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Tô no site da MasterCard, meu povo!
Visitem minha história que não tem preço aqui, pra me ajudar a ganhar um iPod, e quem sabe ela não vira um comercial? Que ia ficar muito mais bonito do que muitas histórias de lá, ah, isso ia!

Sou bailarina desde que me conheço por gente. Dançando conheci muitos lugares, pessoas e pisei em palcos famosos. Até então, dizia que a dança tinha me dado experiências incríveis e que eu sabia tudo sobre ela. Mas, desde que fui convidada a dar aulas para adultos que nunca tinham feito ballet na vida, descobri outras emoções que a dança poderia me dar. É incrível ver mulheres aos 30 anos realizando um sonho que acalentam desde meninas. O corpo maduro não aprende como o de criança, mas cria seus próprios métodos. Hoje minhas alunas estão começando a usar sapatilha de ponta e agora o palco é delas. A cada aula que termina, sinto que alguma coisa muda em cada mulher que ali está. E muito em mim também. Essas coisas que não têm preço.