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Acabei de criar uma assinatura para meus e-mails, divulgando este sítio rosado que divido com a sumida Mel:
De olho
Tarde da noite, depois de um dia inteiro de trabalho, ballet, ensaio.
Chego em casa doida por um banho, pijama, travesseiro. Entro no chuveiro e todo dia é sagrado: Miss Piggy me acompanha. Se não fechar a porta do box, a bicha se molha junto. Já chegou ao cúmulo de tomar banho com meu shampoo. Agora ela fica no tapetinho do banheiro, roendo qualquer coisa que estiver por perto (tipo chinelo, pote de creme ou escovinha de unha), e olhando fixamente para cada movimento que faço, desde me ensaboar, passar hidratante, perfume.
Já cheguei a pensar que ela queria ser eu. Como num filme bem bizarro de Sessão da Tarde, em que o lindo cãozinho, inconformado com sua condição de animal, falasse para os outros bichinhos, com uma vozinha fininha e dublada: “este corpo não me pertence, será que não percebem que eu não nasci para ficar correndo atrás do rabo?”.
Por isso, sem que ninguém me visse, joguei perfume e passei gloss nela. Os meus, o que é pior (e antes que a associação protetora dos animais ou a Luísa Mel me linchem, devo avisar que foi bem pouquinho, de longe, e uma vez só, porque ela estava olhando muito).
Mas nem assim. Miss Piggy continua com seu job preferido: olhar. Deve ser por isso que os pugs têm olhos tão grandes. Passam o dia brincando, dormindo ou fuçando a casa sem nunca deixar de ver o que você está fazendo. Parecem falar com os olhos, precisam constantemente de contato visual, ficam paradinhos esperando algum sinal seu – uma piscada que seja – para continuar vivendo suas vidinhas felizes.
É por isso que eu me sinto no melhor Big Brother do mundo: onde não há gente jogando, não existe nenhum paredão e onde as câmeras uma hora se cansam e procuram seu colinho para dormir o melhor dos sonos.
Chego em casa doida por um banho, pijama, travesseiro. Entro no chuveiro e todo dia é sagrado: Miss Piggy me acompanha. Se não fechar a porta do box, a bicha se molha junto. Já chegou ao cúmulo de tomar banho com meu shampoo. Agora ela fica no tapetinho do banheiro, roendo qualquer coisa que estiver por perto (tipo chinelo, pote de creme ou escovinha de unha), e olhando fixamente para cada movimento que faço, desde me ensaboar, passar hidratante, perfume.
Já cheguei a pensar que ela queria ser eu. Como num filme bem bizarro de Sessão da Tarde, em que o lindo cãozinho, inconformado com sua condição de animal, falasse para os outros bichinhos, com uma vozinha fininha e dublada: “este corpo não me pertence, será que não percebem que eu não nasci para ficar correndo atrás do rabo?”.
Por isso, sem que ninguém me visse, joguei perfume e passei gloss nela. Os meus, o que é pior (e antes que a associação protetora dos animais ou a Luísa Mel me linchem, devo avisar que foi bem pouquinho, de longe, e uma vez só, porque ela estava olhando muito).
Mas nem assim. Miss Piggy continua com seu job preferido: olhar. Deve ser por isso que os pugs têm olhos tão grandes. Passam o dia brincando, dormindo ou fuçando a casa sem nunca deixar de ver o que você está fazendo. Parecem falar com os olhos, precisam constantemente de contato visual, ficam paradinhos esperando algum sinal seu – uma piscada que seja – para continuar vivendo suas vidinhas felizes.
É por isso que eu me sinto no melhor Big Brother do mundo: onde não há gente jogando, não existe nenhum paredão e onde as câmeras uma hora se cansam e procuram seu colinho para dormir o melhor dos sonos.
Tabelinha moderna
Dica do dia: a Ticker Factory faz esses marcadores bonitinhos para calcular seu ciclo menstrual, datas de aniversários, férias, eventos, freqüência de atividades físicas entre outras coisinhas boas de lembrar.

Vamos ver se funciona.

Vamos ver se funciona.
I'm going through changes
Levei a sério aquela história de fazer do ano novo um ano diferente, e 2007 já começou com muitas novidades e uma rotina nova. Mudei até o template do blog, inserindo frescurinhas aqui e ali, como todo blogueiro que se preza adora fazer.
Mas o fato é que finalmente estou conseguindo realizar meus planos diabólicos de salvar o mundo. Pelo menos o meu mundo, o que já é um passo.
A principal mudança é que agora eu passo mais tempo fazendo o que realmente gosto. Dançar virou quase que uma obrigação diária, mas isso é tudo que eu sempre quis. Retomei o ballet com tudo e tenho praticado yôga em casa também (mas quero voltar logo para a escola, essa é a próxima prioridade da listinha).
Não sei se é por isso que tenho sentido aquelas “borboletas” de novo. Mas o fato é que está tudo indo muito bem, estou até gostando de trabalhar aqui na agência – como se soubesse que não será mais por muito tempo. Calma, gente, é que vou tirar férias.
Falando nisso, cadê a Mel, hein?
Beijinhos. Au revoir. Swásthya.
Mas o fato é que finalmente estou conseguindo realizar meus planos diabólicos de salvar o mundo. Pelo menos o meu mundo, o que já é um passo.
A principal mudança é que agora eu passo mais tempo fazendo o que realmente gosto. Dançar virou quase que uma obrigação diária, mas isso é tudo que eu sempre quis. Retomei o ballet com tudo e tenho praticado yôga em casa também (mas quero voltar logo para a escola, essa é a próxima prioridade da listinha).
Não sei se é por isso que tenho sentido aquelas “borboletas” de novo. Mas o fato é que está tudo indo muito bem, estou até gostando de trabalhar aqui na agência – como se soubesse que não será mais por muito tempo. Calma, gente, é que vou tirar férias.
Falando nisso, cadê a Mel, hein?
Beijinhos. Au revoir. Swásthya.
Even flow, thoughts arrive like butterflies
Conversa na cama
-Querido?
-Hãn
-Preciso cortar meu cabelo.
-De novo? Mas você não cortou esses dias?
-Calma, isso foi um teaser.
-Hãn
-Preciso cortar meu cabelo.
-De novo? Mas você não cortou esses dias?
-Calma, isso foi um teaser.
Eu não sei fazer poesia
Lindinha a despedida do Marcelo Camelo em seu blog.
Acho que todo mundo deveria aprender a dizer adeus.
eu sou só um você
que você não quis
e querer é coisa tão pequena
que só não sou você por um triz
Acho que todo mundo deveria aprender a dizer adeus.
eu sou só um você
que você não quis
e querer é coisa tão pequena
que só não sou você por um triz
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