"Roda, roda, roda baleiro, atenção
Quando o baleiro parar põe a mão
Pegue a bala mais gostosa do planeta
Não deixe que a sorte se intrometa
Bala de leite Kids
A melhor bala que há
Bala de leite Kids
Quando o baleiro parar..."
sonho meu...
sabe o que eu queria agora??? não...pode ser amanhã na hora do meu almoço, é mais garantido. eu queria que o bin laden escolhesse o prédio aqui pra fazer um ataquezinho terrorista básico. não precisa ser nada muito desastroso, só o suficiente pra exterminar umas pestes que rondam o lugar. eu já tô até imaginando a cena: eu, do lado de fora do prédio, chocada (fingindo, claro), limpando o pó do meu ombro, num estado meio de choque sem poder me mover, ou seja, sem poder ajudar!!!! será que é pedir demais???? será que o mundo não merece isso??? rsrsrs. ai, amiga, não me ache um monstro por isso, tá??? porque isso é o mínimo que eu consigo desejar...hahaha.
beijo
beijo
Falta de tempo, não de conteúdo
Fallen for You – do filme Alta Fidelidade
Falling for you
Did you ever see me,
Watching from periphery?
I was playing another game
I hoped you catch on all the same
Falling from view
Did you ever touch me,
Floating through your poutpourri?
I thought I felt your fingers once
After waiting all these months
But I was wrong, so wrong
That was just another song you wrote for another girl
And I hoped the day could be
When you'd write a song for me
But it never came,
I thank you all the same,
But I'll go now, so you won't know how much I've
Fallen for you,
Pointless trying to be a man
Boy, you don't know if you can
I thought I knew you well enough
But your walls are still too tough
But I was wrong, so wrong
That was just another song you wrote for another girl
And I hoped the day could be
When you'd write a song for me
But it never came,
I thank you all the same,
But I'll go now, so you won't know how much I
Thought about you all the time,
Walking round, the Guggenheim
Like a rhyme, in my mind,
There you are, in my car,
But we don't drive very far
To the beach, out of reach
Next to me... my fantasy
Falling for you
Did you ever see me,
Watching from periphery?
I was playing another game
I hoped you catch on all the same
Falling for you
Did you ever see me,
Watching from periphery?
I was playing another game
I hoped you catch on all the same
Falling from view
Did you ever touch me,
Floating through your poutpourri?
I thought I felt your fingers once
After waiting all these months
But I was wrong, so wrong
That was just another song you wrote for another girl
And I hoped the day could be
When you'd write a song for me
But it never came,
I thank you all the same,
But I'll go now, so you won't know how much I've
Fallen for you,
Pointless trying to be a man
Boy, you don't know if you can
I thought I knew you well enough
But your walls are still too tough
But I was wrong, so wrong
That was just another song you wrote for another girl
And I hoped the day could be
When you'd write a song for me
But it never came,
I thank you all the same,
But I'll go now, so you won't know how much I
Thought about you all the time,
Walking round, the Guggenheim
Like a rhyme, in my mind,
There you are, in my car,
But we don't drive very far
To the beach, out of reach
Next to me... my fantasy
Falling for you
Did you ever see me,
Watching from periphery?
I was playing another game
I hoped you catch on all the same
Chá-bar
“Vai gente, uuu. É mole. Dá a cerveja pra mim. Errei, já era. Ai, meu Deus. Paladar. Taqueopariu. Allan, não pode olhar. Não tem gosto de nada. Fecha, sinto um papelão, tem alguma coisa aqui dentro, um negócio duro no meio. Soltaram um pum aqui. Parece três peneiras. Allan, tá fraco. Por que é que tem essas coisas estranhas? Eu corto com a tábua. Peguei, peguei. Tem que ser rapidinho. Não quero nem ver isso. Alguém segura meu copo. Pra variar, uma coisa dura. Não, não, cada acertada do Allan. É pequenininho. Não tô sentindo nada. É uma faca. É viado, é de viado. Vai, Allan. Não sei o que é isso. Jesus, mas esse aqui não tem jeito. Esse aqui é da D. Isa. É da sogra. D. Isa, me ajuda. Sou apaixonada por um lixo. Pode deixar aberto, que eu acerto. Põe, vai. Isso aqui é redinha. É só cheirar? Caramba, de novo, não. Eu vou ter que abrir, né gente? Quem fez isso comigo? Acertei. Uma cobra, tem uma cobra, olha a cobra. Allan, a Ana fugiu da cobra. O Allan que pegou. Patricia, ele acertou. É coisa de medir, mede. Eu sou obediente. Puxa, que lindo. Não bate nele, não”… dizia Tequila, com os olhos vendados, tentando acertar que presentes estava ganhando no seu chá-bar.
PS: obrigada, Lu, por transcrever tamanha pérola.
PS: obrigada, Lu, por transcrever tamanha pérola.
fim de semana em assis
finalmente vou conhecer a famosa cidade dos 3 "esses". tô ansiosa, amiga. imagino vc. ah, e não adianta reclamar, estou indo comprar seu presente. e só pra garantir que vc não me agrida com o mesmo, vou comprar de plástico!!!!! rsrsrs.
beijo
beijo
de repente 30
sabe que nem dói tanto? ontem eu tava meio estranha...30 anos é muita coisa...mas hoje, que já acordei balzaquiana, vi que nada mudou. tá tudo no mesmo lugar (por enquanto...rs). acho que só a memória tá sentindo a diferença: até esqueci de escrever pra mim ontem. e olha que sou leonina, hein??? agora o jeito, daqui pra frente, é apelar pros "renews" da vida e me conformar com esse monte de primaveras nas costas sem ter um surto psicótico. mas seja sincera, nem parece, né, amiga??? (ah, por favor, concorde!!!! rsrsrs)
beijo pra vc
beijo pra vc
Poupée
Meu quintal já foi bastante grande, um dia. E quem reinava nesse mundo era Poupée, a vira-latas que foi minha melhor amiga por 11 anos.
Se eu era pequena quando ela chegou, minha mãozinha foi o primeiro colo que ela achou, separada da mãe para ir morar no interior, com gente estranha que a amaria para sempre.
Dei nome francês para aquela coisinha branca, com a barriga malhada e cara de fox. Ela dormia em um berço de boneca ao lado da minha cama e, na primeira noite, chorou até que eu cedesse meu espaço e ela se aninhasse no meu pescoço. Ela adorava dormir no pescoço da gente.
Poupée foi meu brinquedo mesmo. No melhor sentido que a palavra pode ter. Foi minha infância inteira, minha adolescência e o começo da vida de gente grande.
Me viu sair da escolinha para a faculdade, seguiu meus passos de dança, me acompanhou nas brincadeiras, nas provas, nas mudanças.
Tenho a impressão que no dia em que ela partiu eu cresci de uma vez só, deixando para trás todos os brinquedos, fantasias, cheiros e tatos que o mundo infantil tinha. Foi um tempo cinza e sem graça, em que tive que redescobrir o jeito de olhar para aquele quintal cada vez menor e lidar com sentimentos novos que me atormentam, e enchem de dor o peito, sempre que sinto a sua falta. E sinto tanto a sua falta. E acho que ela sentiu tanto a minha falta.
Eu nunca vi naqueles olhinhos tão vivos que a despedida estava próxima. E não estava por perto quando tudo aconteceu. Podem me dizer que talvez tenha sido melhor assim, mas o que eu queria nessa vida era tê-la em meus braços mais uma vez.
Se eu era pequena quando ela chegou, minha mãozinha foi o primeiro colo que ela achou, separada da mãe para ir morar no interior, com gente estranha que a amaria para sempre.
Dei nome francês para aquela coisinha branca, com a barriga malhada e cara de fox. Ela dormia em um berço de boneca ao lado da minha cama e, na primeira noite, chorou até que eu cedesse meu espaço e ela se aninhasse no meu pescoço. Ela adorava dormir no pescoço da gente.
Poupée foi meu brinquedo mesmo. No melhor sentido que a palavra pode ter. Foi minha infância inteira, minha adolescência e o começo da vida de gente grande.
Me viu sair da escolinha para a faculdade, seguiu meus passos de dança, me acompanhou nas brincadeiras, nas provas, nas mudanças.
Tenho a impressão que no dia em que ela partiu eu cresci de uma vez só, deixando para trás todos os brinquedos, fantasias, cheiros e tatos que o mundo infantil tinha. Foi um tempo cinza e sem graça, em que tive que redescobrir o jeito de olhar para aquele quintal cada vez menor e lidar com sentimentos novos que me atormentam, e enchem de dor o peito, sempre que sinto a sua falta. E sinto tanto a sua falta. E acho que ela sentiu tanto a minha falta.
Eu nunca vi naqueles olhinhos tão vivos que a despedida estava próxima. E não estava por perto quando tudo aconteceu. Podem me dizer que talvez tenha sido melhor assim, mas o que eu queria nessa vida era tê-la em meus braços mais uma vez.
Sete anos
“Já me acostumei
Com a tua voz
Quando estou contigo
Estou em paz
Quando não estás aqui
Meu espírito se perde
Voa longe
Longe”
Minha sorte é que sempre estás aqui. Cada vez mais. Esses sete anos foram os melhores da minha vida.
Obrigada por tudo.
Com a tua voz
Quando estou contigo
Estou em paz
Quando não estás aqui
Meu espírito se perde
Voa longe
Longe”
Minha sorte é que sempre estás aqui. Cada vez mais. Esses sete anos foram os melhores da minha vida.
Obrigada por tudo.
Assinar:
Postagens (Atom)


