Coisas que eu gostaria de ter feito

|
Um amigo me mandou o seguinte link e agora mesmo parei tudo o que estava fazendo para ajudar a divulgar: www.horselstest.no/english
Aparentemente é um teste de como anda sua audição. A página emite sons variados e você deve identificar de que lado eles vêm.
No meio disso, uma voz de criança começa a falar (fiquei com medo quando isso começou a acontecer). Ela diz olá e começa a contar que está assustada, que os pais brigam e que ela acha que eles não se amam mais. E que não tem com quem falar.
Aí aparece a mensagem da Cruz Vermelha pedindo desculpas pela pegadinha, mas que tem recebido muitas ligações de crianças que não são ouvidas pelos adultos. E que essas ligações têm sido em maior número daquilo que ela consegue atender.
No final aparecem na tela três formas de ajudar. Estou fazendo uma delas.
Valeu, Betinho!

Ana mandou - o pug mais triste do mundo

|



O mistério das barrinhas de cereal

|
Sou simplesmente apaixonada por uma barrinha de cereal chamada Nature Valley. Na verdade ela é uma barra de granola crocante, e não tem nada a ver com essas que a gente conhece faz tempo e que já enjoaram até a décima geração da família de tão sem gosto que são.
A barrinha em questão é feita de grão inteiros e é muito crocante mesmo, além de ter poucas calorias e vir com duas unidades dentro do pacotinho. Meu sabor preferido é o de aveia e mel e costumo comprar onde quer se seja: da lojinha de conveniência de posto aos hipermercados, passando por farmácias e bancas de jornal.
De tanto consumir o produto, acabei ficando expert. E não adianta tentar me enganar com marcas que se dizem crocantes, porque igual a essa não há. Ou melhor, não havia.
Já tem um tempinho que tenho sentido que elas não estão mais com a mesma textura. Do começo do ano pra cá nunca mais foi a mesma coisa (***MELANCOLIA DETECTED***). Os cereais têm vindo murchinhos e ela nem esfarela mais como antigamente. Tô aqui pensando se é muita umidade ou se os fabricantes, nossos hermanos argentinos, estão de piada com nosotros. Bah.

Os dez erros gramaticais mais comuns podem estar em seu texto. Juntos.

|
Gabriel Perissé, em seu excelente texto “Oços do Ofíssio”, lembrou que Monteiro Lobato costumava dizer que a tarefa do revisor é das mais ingratas. Que o erro se esconde durante o processo de confecção do livro para, depois de tudo pronto, aparecer na primeira página aberta, como um saci danado, pulando, debochando do profissional.
Eu penso, e aprendi na prática de anos revisando peças publicitárias, que não podemos ser radicais e que nem todo redator domina com propriedade a gramática da Língua Portuguesa (se fosse assim, digo que teria começado como redatora de uma vez), quiçá outros idiomas, tão presentes na comunicação brasileira, assim como os neologismos, regionalismos e gírias das mais variadas.
Confesso que quando comecei era mais exigente. Mas com o tempo relaxei e aprendi que algumas vezes os erros são propositais e uma tentativa de aproximar-se do público-alvo. Mas que fique claro: essa transgressão da norma, uma “licença-publicitária”, só é aceita quando a peça exige. Todo o resto continua sendo sinônimo de que você fugiu daquela aula de Português e motivo de vergonha mesmo.

Sendo assim, listei aqui os dez erros gramaticais mais comuns que venho encontrando em propaganda, entre publicitários e em mesas de bar. Se por algum acaso do destino você pretende ser redator, recomendo ainda ter em mãos dois bons dicionários (Aurélio e Houaiss, que nem sempre concordam em tudo) e o Manual de Redação do Estadão, além de saber alguma coisa sobre o professor Pasquale e o Sacconi.

1- Pra mim fazer.
Eu poderia explicar que ‘mim’ não pode ser sujeito, mas prefiro dizer que falar assim é imitar os índios de algum filme bobo da Sessão da Tarde. É feia, mas grave a seguinte contração: “preu fazer”. Depois, aos poucos, vá soltando o ‘pra’ do ‘eu’. Pra eu fazer. Pra eu levar. Pra eu (qualquer verbo no infinitivo).

2- Venda à prazo.
Ahhhhh, a crase. Essa palavrinha que não significa um acento, mas sim um encontro. Explico: crase nada mais é que a junção de dois ‘as’. Um é a preposição. O outro é o artigo.
Vou à casa da minha mãe = Vou a (prep.) a (artigo) casa da minha mãe.
Veja no masculino: Vou ao banco = Vou a (prep.) o (artigo) banco.
Por isso não existe crase antes de palavra masculina.

3- Esse senhor, é meu pai!!!
Pontuação não é respiro. Vírgula serve, na maioria dos casos, para separar elementos de uma oração que tenham a mesma função sintática. Por isso, force-se um pouquinho para entender quem é o sujeito, quem é o predicado e não bote entre eles esse sinalzinho gráfico. Também não faça uso de exclamações em excesso, reticências a toda hora e essas coisinhas que a gente adora fazer em conversas de MSN.

4 – Erros de dijitassão e erros de ortogafia.
São muito comuns e pegam até mesmo os mais atentos revisores. Isso acontece porque costumamos a antecipar a leitura das palavras. Uma boa dica para revisores: faça a leitura de sílaba por sílaba e marque com um lápis ou mentalmente as já lidas. Para os redatores, antes de aplicar o texto no layout ou em arte-final, escreva-o no word e use o corretor ortográfico. Seja revisor de si mesmo e peça ajuda sempre.

5 – Wrong traduciones.
Muito cuidado com estrangeirismos e palavras em outros idiomas. Muitas vezes elas não são o que parecem e podem provocar uma saia-justa internacional. Trabalhei em uma agência que traduziu o slogan de uma famosa companhia aérea pro francês, “Vous êtes né pour voler”, sem saber que o verbo ‘voler’ (voar) também significa roubar, em francês. “Você nasceu para roubar” não seria mesmo uma coisa apropriada, e a sorte de todos foi que o revisor era curioso o suficiente para ligar para uma amiga que conhecia o idioma.

6 – Obrigado(a).
Não tem erro: meninos dizem obrigado. Meninas dizem obrigada. E os simpatizantes podem escolher!

7 – Super legal.
O maior problema entre revisores, redatores e diretores de arte. Isso acontece porque o redator cria o título assim, com as palavras separadas. O texto é aprovado e o diretor de arte transforma em imagem vetorizada. O cliente aprova e a arte-final chega para o revisor avisar pela enésima vez que ‘super’ é prefixo e que, portanto, a palavra correta, por mais estranha que possa parecer, é ‘superlegal’. Quanto vocês querem de aposta que ela vai sair errada e separada?

8 – Regência verbal (hãn?).
Nesse momento a gente precisa voltar um pouquinho àquela aula do colégio. Que raio vem a ser isso? Bem simples: é a relação de dependência que um verbo estabelece com seu complemento. Ou em outras palavras: que preposição usar (ou não) com cada verbo.
É um pouco chato, mas lembre-se dos casos mais famosos: :’ir/chegar a’ (e não ‘em’). ‘Assistir ao filme’ (‘assistir o filme’ significa dar assistência).

9 – Eles tem razão.
Verbo também tem plural. ‘Eles têm razão’ e ‘eles vêm aqui’.

10- Vícios de linguagem.
Umas das piores coisas, e que a gente dificilmente achará em gramáticas e dicionários, é saber controlar os próprios erros. Termos como ‘a nível de’ e gerundismos em geral (do tipo ‘vamos estar retornando sua ligação’) são consagrados como exemplos do que não fazer, como não escrever e nunca, em tempo algum, repetir. Como saber disso? Não tem jeito: lendo, lendo, lendo. Leia coisas ruins, leia coisas boas e, sobretudo, saiba encontrar a diferença.

É isso. Espero que não tenha atrapalhado muito. E não revisem esse texto.

Bob

|
O pai do Supla não ouviu Blowin' in the Wind.
E eu não consigo tirar Ballad of a Thin Man do meu iTunes.

Espero ouvir "Blowin" in the Wind'

|

EDUARDO MATARAZZO SUPLICY
ESPECIAL PARA A FOLHA

Comprei ingresso para ouvir Bob Dylan em sua estréia, no próximo dia 5, no Via Funchal, em São Paulo. São muitas as razões pelas quais o considero um dos maiores poetas da língua inglesa, que, com sua arte, suas palavras e sua música, defende os anseios da humanidade. Ele tem expressado de forma simples objetivos importantíssimos que estão ao alcance de todos nós.
Como Bob Dylan, também nasci em 1941, com apenas 28 dias de diferença. Ele, em 24 de maio em Duluth, no norte de Minnesota, nos EUA. Eu, em 21 de junho, em São Paulo. Em 1962, quando, em questão de minutos, sentado no café The Commons, na Greenwich Village, ele compôs "Blowin" in the Wind", falando dos absurdos da violência e da guerra, eu interrompia meus estudos na FGV para viajar à Europa Ocidental e Oriental, para conhecer o que era capitalismo e socialismo.
Diante da insensatez do Muro de Berlim, assim como ele tão bem disse na sua música, concluí que as transformações devem sempre ser realizadas pela persuasão, pela não-violência, de maneira pacífica e democrática.
A época era da luta pelos direitos civis. Martin Luther King Jr. fora preso em Albany, na Geórgia, no sul dos EUA, quando conclamava seus correligionários a usarem de meios pacíficos. Em setembro, a crise dos mísseis soviéticos em Cuba por pouco não deflagrou uma guerra nuclear. Bob Dylan compôs então "A Hard Rain's A-Gonna Fall", falando da visão assustadora do mundo após um apocalipse nuclear.
Entusiasta de John Steinbeck, autor de "As Vinhas da Ira", de Shakespeare, de James Dean e, muito especialmente, de Woody Guthrie, autor da tão bonita balada "This Land Is Your Land", em 1958 Dylan mudou seu nome de batismo -Robert Allen Zimmerman, em homenagem ao poeta galês Dylan Thomas, que morreu por intoxicação alcoólica em 1953.
Quando morei nos EUA, entre 1966 e 1968, e entre 1970 e 1973, acompanhei de perto as grandes manifestações populares pelos direitos civis e pelo fim da Guerra do Vietnã. A principal música das multidões era "Blowin" in the Wind". O mesmo ocorreu nas grandes manifestações norte-americanas e européias em 2002 e 2003 para que o presidente George W. Bush não utilizasse de meios bélicos no Iraque.
Em 2004, quando proferia palestras na Universidade de Oxford e na London School of Economics sobre renda básica de cidadania, fui assistir ao concerto de Bob Dylan em Londres. Fiquei impressionado com a platéia, composta por três gerações, avós, pais e netos.
Após o show, eu o cumprimentei pelo seu desempenho. Na ocasião, ele não cantou "Blowin" in the Wind", que espero ouvir agora.
Na recente viagem a Bagdá, em janeiro último, observei com tristeza os muros de concreto que impedem a visão da cidade, que já foi considerada uma das mais belas do mundo.
Na semana seguinte, duas mulheres suicidas, com síndrome de Down, explodiram bombas no mercado de Bagdá, matando 73 pessoas. Mais uma vez, pensei com Dylan: "Quantas mortes precisarão ocorrer, até que se perceba Que muitas pessoas já morreram?
A resposta, meu amigo, está sendo soprada pelo vento." "The answer is blowin" in the wind".


I'm not there - a atriz Cate Blanchet vive uma das seis etapas da vida do cantor Bob Dylan em "I'm Not There", filme no qual seis atores diferentes interpretam o lendário cantor americano. O longa, inspirado na poética de Dylan, tem narração não-linear e mostra diversos eventos da vida do músico que o influenciaram em suas composições.



Me recuso

|

Is there anybody going to listen to my story?

|
Demorou um pouco, mas consegui assistir ao filme mais esperado (por mim) dos últimos tempos. Também demorou pra eu retomar o fôlego e conseguir verbalizar alguma coisa sobre Across the Universe, da diretora Julie Taymor.
Se for falar de roteiro, vou cair nas mil e uma críticas que li por aí dizendo que o filme não tem um e que a história é boba. Graças a Deus não sou crítica de cinema e meus pensamentos são baseados unicamente na minha (pouca) experiência somada à emoção.
Quisera poder medir cada cena em que fiquei realmente sem ar, arrepiada dos pés à cabeça, com vontade de cantar e dançar pela sala.
As músicas são certeiras – poxa, é Beatles! Adorei as vozes, principalmente as masculinas, mas o que mais me impressionou foi o colorido do filme, o astral lá em cima, mesmo nas cenas de guerra.
Será que um dia farão alguma coisa parecida dando um tapa na cara do senhor Bush? Triste pensar que a trilha sonora não terá a mesma poesia. Por isso dizem que o sonho acabou, mesmo a gente tendo filmes como esse pra ter certeza que não.



Bonus Track

- 90% das canções foram gravadas ao vivo nos sets de filmagens, sem qualquer dublagem feita em estúdio durante a pós-produção.

- A cena em que Evan Rachel Wood canta "If I Fell" foi gravada logo em sua 1ª tentativa.

- Versões preliminares do roteiro previam a presença de um carcereiro chamado Sgt. Pepper, que seria seguido pela Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band. O personagem foi descartado na versão final do roteiro.

- Durante a canção "With a Little Help From My Friends" pode ser visto um grande pôster da atriz Brigitte Bardot. Trata-se de uma referência à conhecida obsessão que John Lennon tinha pela atriz.

- Os nomes de todos os personagens - assim como o título do filme - foram retirados de canções dos Beatles.

- Salma Hayek, que já trabalhou com a diretora Julie Taymor em Frida (2002), pediu para participar do filme, mesmo que fosse em um papel pequeno.

- No início do filme, um funcionário das docas de Liverpool diz à Jude que ele achava que estaria fazendo algo diferente quando fizesse 64 anos, uma referência à música de Paul McCartney "When I’m Sixty-Four". Em outro momento, quando Prudence entra de forma inusitada no tumultuado apartamento de Nova York, Jude fala “ela entrou pela janela do banheiro” (“she came in through the bathroom window”), referência à canção homônima do grupo.

- Outra interessante referência ocorre quando Sadie mostra o apartamento para Max e Jude. A cantora afirma que por mais que parecessem inofensivos eles podiam ter matado os avós com marteladas, uma alusão à música “Maxwell’s Silver Hammer”.

- Sadie e JoJo são referências claras à Janis Joplin e Jimi Hendrix, mas também são citações aos besouros. Sadie é uma referência à "Sexy Sadie" do badalado White Album, enquanto JoJo é uma menção ao primeiro verso de “Get Back” (“JoJo was a man who thought he was a loner/But he knew it wouldn’t last”).

- “Across the Universe”, que teve sua produção apoiada por Paul McCartney e Yoko Ono, conta com muitas outras menções aos Beatles. Temos a maçã verde, inteira e cortada ao meio – símbolos da gravadora do grupo a Apple Records; temos Jude e Lucy imitando debaixo d’água a famosa foto de Annie Leibovitz com Lennon e Yoko abraçados na capa da revista Rolling Stone; e temos ainda uma performance musical da banda de Sadie em cima do prédio da Apple Records (no filme chamada de Strawberry Records) em NY igual a realizada pelos Beatles em 1969.

- A construção visual da seqüência do ônibus I am the Walrus foi inspirada no filme “O Diário de Júlia”, de Rafael Fracacio, que usa de distorções de cores para recriar o universo psicodélico.

Happy Valentine's

|
Cada um acha um jeito de dizer, mas o Google acertou em cheio no logo de hoje. Porque o que todo mundo busca nessa vida é alguém pra caminhar ao lado.

o beijo, segundo o kama sutra

|
O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados. O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o "sétimo céu". Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos, existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade e paciência. Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são:
1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura. Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.
2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.
3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode
expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua.

4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos lábios e pode sair sangue.
5. Beijo superior
Quando um dos dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o "carinho" beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder ainiciativa do outro.
6. Beijo broche
Quando um dos dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se "luta de língua".
7. Beijo palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).
8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.
9. Beijo para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.
10. Beijo para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.
11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos.
12. Beijo com os cílios
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.
13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.
14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca.
15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.
16. Beijo que demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.
17. Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do pé.
18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.
19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato.
20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca,c olocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitaçãogarantida.
21. Beijo no peito
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro comos lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.
22. Beijo sem pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.

Onde há amor, há dor.
Segundo a tradição erótica da Índia, a mordida é um elemento muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de mordidas com toda riqueza de detalhes. As mordidas costumam ser dadas em quase todas as partes do corpo e vão desde a mordida brincalhona, mais provocadora que erótica, até o forte apertão com os dentes que costuma ser dado no calor da paixão e faz com que os orgasmos sejam mais duradouros. No entanto, muitos costumam evitar este último tipo de mordida, porque é difícil de controlar e costuma deixar marcas muito evidentes. Também porque durante o orgasmo as mandíbulas podem sofrer um espasmo e fechar com força, o que pode ocasionar feridas. As mordidas recomendadas pelo Kama Sutra são:
23. Mordida de Javali
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida quec ostuma ser feita no ombro.
24. A nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito.
25. Mordida escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior.
26. Mordida clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.
27. O ponto
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho.
28. A linha dos pontos
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.
29. O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.
30. A linha de jóias
Quando se dá uma mordida com todos os dentes.